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2 de agosto de 2010

Logotipos sutis para produtos de luxo
por Camilla Matos

O jornal The New York Times publicou nesta semana um artigo que trata sobre a preferência dos consumidores de produtos com alto valor agregado por referências sutis da marca nas peças que consomem. O texto possui como referência um artigo publicado no The Journal of Consumer Research no mês de julho.
De acordo com o artigo, as pessoas que buscam produtos de luxo optam por logotipos discretos a sinais óbvios da marca. Isso porque tais consumidores preferem sinais de status que não sejam facilmente decifráveis pelo mainstream. Da mesma forma, o texto afirma que os estudantes de moda são mais atraídos por logotipos discretos do que alunos de qualquer outra área, o que os distancia das pessoas que consumem apenas pela marca.



Logos for subtle luxury products
by Camilla Matos

The New York Times this week published an article that deals with consumer preference for products with high added value by reference to the subtle mark on the parts they consume. The text contains reference to an article published in The Journal of Consumer Research in July.
According to the article, those seeking luxury goods opt for the discreet logos obvious signs of the mark. That's because consumers prefer such status signals that are not easily decipherable by the mainstream. Likewise, the text states that fashion students are more attracted to logos discreet than students from any other area, being this the distance from the people who consume only by trademark.

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Logos de los productos de lujo sutil
por Camilla Matos

El New York Times esta semana publicó un artículo que se ocupa de la preferencia del consumidor por productos de alto valor añadido en relación con la marca sutiles en las partes que los productos que consumen. El texto hace referencia a un artículo publicado en The Journal of Consumer Research en julio.
Según el artículo, los que buscan productos de lujo optan por los logotipos discretos, signos evidentes de la marca. Eso es porque los consumidores prefieren señales de la posición social que no son fácilmente descifrables por los otros. Del mismo modo, el texto indica que los estudiantes de moda se sienten más atraídos a la moda com discretos logotipos que los estudiantes de cualquier otra área, siendo esa la distancia de las personas que consumen sólo por la marca.

19 de julho de 2010


A Música e a Moda
por Camilla Matos

Desde a década de 50, grandes ídolos da música passaram a ter um papel importante no consumo de moda. Muito antes de Lady Gaga influenciar a moda com seus figurinos inusitados, outras estrelas da música já deixaram sua marca na história do vestuário. Pensando nisso, a revista Elle divulgou em seu site uma lista das 25 mulheres da indústria musical que se tornaram ícones de estilo.
Madonna, é claro, não poderia faltar nesta lista. Desde a década de 80, a evolução do guarda-roupa da cantora tem causado também algumas mudanças na moda. Um exemplo é o sutiã cone, criado por Jean Paul Gaultier para a turnê Blonde Ambition, que transformou o underwear em uma peça para ser vista.
Já na década de 90, as jovens inglesas Spice Girls influenciaram adolescentes do mundo inteiro com um estilo colorido, brilhante e exagerado. Animal prints, saltos plataforma e mechas coloridas expressavam a irreverência presente nas letras das músicas do quinteto.
Segundo a revista, Gwen Stefanni é uma prova de que “às vezes, pop stars não somente flertam com a moda – elas se apaixonam”. Com estilo inconfundível que mistura o vintage e o moderno, a vocalista da banda No Doubt não só se tornou uma referência de estilo como também criou uma marca que vêm ganhando visibilidade no mundo da moda: a L.A.M.B. Criada em 2004, a marca já faz parte do calendário de moda de Nova York e tem recebido críticas positivas.
Clique aqui para ler a matéria.



Madonna


Gwen Stefani



The Music and Fashion
by Camilla Matos

Since the 50s, great music idols have been given an important role in the consumption of fashion. Long before Lady Gaga influences fashion with her unusual costumes, other music stars have left their mark on history of clothing. Thinking about it, Elle magazine reported on its website a list of 25 women in the music industry that have become icons of style.
Madonna, of course, could not miss this list. Since the 80s, the evolution of the singer's wardrobe has also caused some changes in fashion. One example is the cone bra, created by Jean Paul Gaultier for the Blonde Ambition tour, which has turned into a piece underwear to be seen.
Already in the 90s, the young British Spice Girls influenced teenagers worldwide with a colorful style, bright and exaggerated. Animal prints, platform heels and colorful strands expressed irreverence in the lyrics of songs of the quintet.
According to the magazine, Gwen Stefanni is proof that "sometimes, pop stars not only flirt with fashion - they fell in love." With unmistakable style that mixes vintage and modern, the lead singer of No Doubt became not only a reference of style but also created a brand that have been gaining visibility in the fashion world: the L.A.M.B. Built in 2004, the brand is already part of the fashion calendar of New York and has received positive reviews.
Click here to view the matter.

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La música y la moda
por Camilla Matos

Desde los años 50, a los ídolos de la buena música se les ha dado un papel importante en el consumo de la moda. Mucho antes de la influencia de Lady Gaga en la moda con sus trajes inusuales, otras estrellas de la música han dejado su huella en la historia de la ropa.
Pensando en ello, la revista Elle en su página web hizo una lista de 25 mujeres en la industria de la música que se han convertido en iconos de estilo. Madonna, por supuesto, no podía faltar en esta lista. Desde los años 80, la evolución del vestuario de la cantante también ha provocado algunos cambios en la moda. Un ejemplo es el sostén de cono, creado por Jean Paul Gaultier para la gira Rubia ambición, que se ha convertido en una pieza de ropa interior a la vista.
Ya en los años 90, las Spice Girls influenciava jóvenes adolescentes en todo el mundo británico con un estilo colorido, brillante y exagerado. Impresiones de animales, tacones de plataforma y cordones de colores expresó irreverencia en las letras de las canciones del quinteto.
Según la revista, Gwen Stefanni es prueba de que "a veces, las estrellas del pop no sólo coquetean con la moda - se enamoran." Con un estilo inconfundible que mezcla clásicos y modernos, la cantante de No Doubt no sólo se convirtió en una referente de estilo, sino también a una marca que ha ido ganando visibilidad en el mundo de la moda: The LAMB construido en 2004, la marca es ya parte del calendario de la moda de Nueva York y ha recibido críticas positivas.
Haga clic aquí para ver la cuestión.

21 de junho de 2010

Influência 70’s
por Lívia Medeiros

Em outra notícia do blog comentávamos sobre a importante influencia das exposições que acontecem em museus e galerias. A exposição de moda contemporânea do Les Arts Decoratifs já mostra repercussão nas revistas de moda internacionais. A mostra destinada a traçar um perfil histórico da moda contemporânea inicia em ordem cronológica nos anos 70, década que esta influenciando a produção de imagens de moda do verão no hemisfério norte.

A exemplo o editorial da Vogue Paris de junho/ julho fotografado por Terry Richardson com styling da editora da revista Carine Roitfeld com peças de pré-coleções de inverno internacionais. Esta retomada da década de 70 traz modelos de alfaiataria em calças mais folgadas e ênfase nos tons que puxam para os terrosos.









70's influence
by Lívia Medeiros

In another blog news we talked about the important influences of exposures that occur in museums and galleries. The exhibition of contemporary fashion's Les Arts Decoratifs already shows effect on international fashion magazines. The show aimed to draw a profile of contemporary fashion history that begins chronologically in the 70's decade which influenced the production of fashion images from the Northern Hemisphere summer.

Like the editorial of Vogue Paris June / July photographed by Terry Richardson with styling the magazine's editor Carine Roitfeld using pieces of pre-winter collections abroad. This resumption of the 70 models brings tailoring pants looser in tone and emphasis that they pull the earth.

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La influencia de los 70´s
por Lívia Medeiros

En otra noticia del blog comentamos las influencias más importantes de las exposiciones que tienen lugar en museos y galerías. La exposición de Les Decoratifs moda contemporánea de las Artes ya muestra el efecto sobre las revistas de moda internacionales. El espectáculo tuvo como objetivo delinear un perfil de la historia de la moda contemporánea que comienza cronológicamente en los años 70, década que influyeron en la producción de imágenes de moda del verano del hemisferio norte.

Al igual que el editorial de Vogue París Junio / Julio fotografiada por Terry Richardson, con un diseño del editor de la revista Carine Roitfeld con piezas de las colecciones previas al invierno en el extranjero. La reanudación de los modelos de los 70, con pantalones de sastrería que trae más floja en el tono y el énfasis que se tira de la tierra.

O Futuro da Moda
por Lívia Medeiros

Questionamentos sobre o futuro tomaram conta da moda são unânimes. O site Style.com, da Vogue americana, dá continuidade a uma série de entrevistas intituladas The Future of Fashion, onde questiona os principais estilistas sobre o futuro da moda. Alber Elbaz, estilista da Lanvin, foi recentemente entrevistado e falou sobre sua verdadeira vivencia na moda, da responsabilidade de criar uma coleção, de estar informado sobre as vendas, das horas extensas de trabalho, e principalmente, do ciclo vicioso de mudanças frenéticas estipuladas pelo mercado. Elbaz se declara um old fashion, um estilista à moda antiga, por preferir ainda desfiles ao vivo aos tendenciosos desfiles online, ou outras mudanças tecnológicas. O estilista ainda compara a criação de uma coleção com a produção de um filme ou de um livro, afirmando que nenhum diretor dirige 6 filmes ao ano, o que acontece com as coleções, que precisam de mais tempo, para que o estilista tenha tempo de pensar nas coisas sob uma nova perspectiva. (Para ler a entrevista de Alber Elbaz, clique aqui)

Enquanto isso, a respeitada crítica de moda Suzy Menkes declara em sua coluna do International Herald Tribune, que a moda deste início do século 21 está sendo direcionada para a acessibilidade, disponibilizando as peças de grandes designers a um público mais abrangente. Um exemplo disto é a parceria da Jil Sander para a companhia japonesa Uniqlo.

Ao que parece, no mundo contemporâneo, ou se segue as últimas tendências tecnológicas ou se é considerado conservador. Mas o que acontece é que a automatização das mudanças chegou a um nível que ultrapassou o próprio sentido, e não tem tempo de ser absorvida. É nessa corrida incontrolável, quase que perdida no tempo, que está se questionando o significado destas mudanças, ou a falta dele.

Na imagem, vestido Hussein Chalayan verão 2009, que em sua coleção criticou a velocidade da vida contemporânea. Na estampa imagens de carros batidos, em uma alusão a eminente colisão que causaria esta aceleração continua.




The Future of Fashion
by Lívia Medeiros
Questions about the future of fashion have been unanimous. The site Style.com, of Vogue U.S., continues a series of interviews entitled The Future of Fashion, where questions the main designers on the future of fashion. Alber Elbaz, designer for Lanvin, was recently interviewed and spoke about his real experience in fashion, the responsibility of creating a collection, to be informed on sales, extended hours of work, and especially the vicious cycle of frantic changes required by the market. Elbaz declares an old fashion, old-fashioned stylist, preferring the live shows than the fashion shows online, or other technological changes. The designer also compares the creation of a collection with the production of a movie or a book, stating that no director directs six films a year, what happens to the collections, they need more time so that the designer has time to think about things from a new perspective. (To read the interview with Alber Elbaz, click here)

Meanwhile, the respected fashion critic Suzy Menkes declares in her column in The International Herald Tribune, that the fashion of the early 21st century is being directed to the accessibility by providing the designers large pieces to a wider audience. One example is the partnership of Jil Sander to the Japanese company Uniqlo.

It seems in the contemporary world, that is or following the latest technological trends or is considered conservative. But what happens is that the automation of the changes reached a level that exceeded the actual sense, and has no time to be absorbed. It is uncontrollable in this race, almost lost in time, which is questioning the significance of these changes, or lack thereof.

In the picture, Hussein Chalayan dress summer 2009, which in its collection criticized the speed of contemporary life. In print images of crashed cars, in an allusion to impending collision that would cause this continued acceleration.

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El futuro de la Moda
por Lívia Medeiros

Preguntas sobre el futuro de la moda se han tornado una unanimidad. El site Style.com, de Vogue EE.UU., continúa una serie de entrevistas titulado El futuro de la moda, donde pregunta a los diseñadores principales sobre el futuro de la moda. Alber Elbaz, diseñador de Lanvin, fue entrevistado recientemente y habló de su experiencia real en la moda, la responsabilidad de crear una colección, sobre las ventas, horarios extendidos de trabajo, y sobre todo el círculo vicioso de cambios frenéticos requerido por el mercado. Elbaz declara ser un estilista de la vieja moda, prefiriendo todavía desfiles de moda ao vivo qe los online, y otros cambios tecnológicos. El diseñador también compara la creación de una colección con la producción de una película o un libro, afirmando que ningún director dirige seis películas al año, lo que sucede con las colecciones, necesitan más tiempo para que el diseñador tenga tiempo de pensar las cosas desde una nueva perspectiva. (Para leer la entrevista con Alber Elbaz, haga clic aquí)

Mientras tanto, la respetada crítica de moda Suzy Menkes, declara en su columna en The International Herald Tribune, que la moda de principios del siglo 21 está dirigido a la accesibilidad al proporcionar los diseñadores de grandes piezas a un público más amplio. Un ejemplo es la asociación de Jil Sander a la empresa japonesa Uniqlo.

Parece que en el mundo contemporáneo, o sigues las últimas tendencias tecnológicas o se considera conservador. Pero lo que pasa es que la automatización de los cambios alcanzaran un nivel que supera el sentido real, y no tiene tiempo para ser absorbidos. Es incontrolable en esta carrera, casi perdida en el tiempo, lo que pone en duda el significado de estos cambios, o falta de ellos.

En la foto, Hussein Chalayan vestidos de verano de 2009, que en su colección critica la velocidad de la vida contemporánea. En las imágenes de impresión de estrelló de coches, en una alusión a la colisión inminente que causaría esta aceleración continúa.


16 de junho de 2010

Plus Size Masculino
Por Daniel Keller

Se a moda plus size veio a atender a proposta de vestir a todos, inclusive as meninas mais fofinhas, seria totalmente contraditório não atender também aos mocinhos. Foi neste sentido que o jornal Fantastic Man criou um ensaio de moda focado no público masculino que use tamanhos GG ou maiores.

Assim como as meninas consumidoras da moda plus size, os homens deste público também sentem necessidade de usar roupas mais descoladas, com um apelo mais fashion, que possam demonstrar a sua personalidade e estilo de vida.

O fotógrafo escolhido para o registro do editorial foi Andreas Larsson e o stylist foi criado por Julian Ganio. O ensaio apresentado no jornal traz diversas sugestões de moda para estes homens que são chamados pelo jornal de “homens de formas completamente maravilhosas”.





Plus Size Male
by Daniel Keller

If the plus size fashion has come to meet the proposal to dress everyone, including the most cute and chubby girls, would totally be contradictory to not dress the plus size guys too.This was why the newspaper Fantastic Man created a test for fashion-focused on male audience that uses GG or larger sizes.

As the girls consuming the plus size fashion, men also feel that their public needs to wear clothes more detached, with a more fashion appealing, which can show their personality and lifestyle.

The photographer chosen for the registration of the editorial was Andreas Larsson and the stylist was created by Julian Gani. The paper presented in the paper brings several suggestions of fashion for these men who are called by "men in ways quite wonderful."

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Hombres Tallas Grandes
por Daniel Keller

Si la moda de talla grande ha llegado a satisfacer la proposta de vestir a todos, incluindo las niñas más gorditas, responderia de manera contradictoria si no hiciera lo mesmo a los hombres también.Por esta razón, el periódico Fantastic Man creó una prueba para el público masculino de la moda, centrado en los que utilizan tallas GG o mas grandes.

Mientras las chicas de talla GG consumem la de moda, los hombres también sienten esa necesidad de su público a usar ropa más modernas, con una forma más atractiva, que puede mostrar su personalidad y estilo de vida.

El fotógrafo elegido para el registro del editorial fue Andreas Larsson y el estilista fue Julián Gani. El documento presentado trae varias sugerencias de la moda para estos hombres que son llamados por el periódico de los "hombres de forma muy maravillosa."



Trocas fashion
por Lívia Medeiros

A cada estação não são apenas as estações, acompanhadas das tendências de moda que mudam a cada temporada, mas também o comando criativo por trás das coleções. Diversos motivos ocasionam esta troca, a baixa nas vendas, o insucesso consecutivo de alguma coleção, estilistas que resolvem abrir a própria marca, se aposentam, ou, até mesmo a morte do estilista no comando até então. Vejamos, algumas destas mudanças anunciadas recentemente:

Alexander McQueen. Devido à morte do estilista em fevereiro, muito comentada e lamentada neste ano, os rumos da marca ficaram incertos, pois a marca homônima causava impacto pelo estilo ousado do estilista em meio à monotonia dos demais desfiles nas semanas de moda. Na última semana de maio, a marca, pertencente ao grupo Gucci, anunciou Sarah Burton como diretora criativa. Sarah já assessorava Lee McQueen há 14 anos, que declarou a vontade de se manter fiel ao legado do estilista.

Ungaro. A maison francesa também nomeou recentemente o britânico Giles Deacon como novo estilista da marca devido a uma sequencia de insucessos desde a aposentadoria de Emanuel Ungaro em 2004. Deacon tem um grande desafio despertar novamente a atenção para a marca, que teve como última estilista a atriz Lindsay Lohan, perdendo assim muito da credibilidade da tradicional maison.

Hermès. Depois de sete anos no comando da casa francesa, Jean Paul Gaultier é sucedido por Christophe Lemaire, que desenhava para a Lacoste desde 2000.



Giles Deacon


Christophe Lemaire


Sarah Burton




Fashion trade
by Lívia Medeiros

Every season is not just the seasons, accompanied by the fashion trends that change every season, but also the creative control behind the collections. Several reasons cause this exchange, lower sales, the consecutive failure of any collection, designers who opens their own brand, retire, or even the death of the designer in charge until then. Below some of these changes announced recently:

Alexander McQueen. Due to the death of the designer in February, much commented upon and criticized this year, the direction of the brand were uncertain due the impact caused by the same name brand style of the bold designer that amidst the monotony of the other parades in the fashion weeks. In the last week of May, the brand owned by Gucci Group, announced Sarah Burton as creative director. Sarah has advised Lee McQueen 14 years ago, who declared the will remain faithful to the legacy of the designer.

Ungaro. The French fashion house also recently named the british designer Giles Deacon as their new designer due to the string of failures since the retirement of Emanuel Ungaro in 2004. Deacon has a big challenge by reawaken the attention to the brand, which had actress Lindsay Lohan as last stylist, thus losing much of the credibility of the traditional maison.

Hermès. After seven years in command of the French house, Jean Paul Gaultier is succeeded by Christophe Lemaire, who drew for Lacoste since 2000.

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Intercambios de Moda
por Lívia Medeiros

Cada temporada no es sólo las estaciones, acompañados por las tendencias de moda que cambian cada temporada, pero también el control creativo de las colecciones. Varias razones causan este cambio, las bajas ventas, el fracaso consecutivo de cualquier colección, los diseñadores que resolveran abrir su propia marca, retirarse, o incluso la muerte del diseñador en el cargo hasta entonces. Consideremos algunos de estos cambios anunciados recientemente:

Alexander McQueen. Debido a la muerte del diseñador en febrero, muy comentado y criticado este año, la dirección de la marca era incierta considerando el impacto causado por el estilo de la marca de mismo nombre del diseñador audaz en medio de la monotonía de los desfiles de otras marcas en las semanas de la moda. En la última semana de mayo, la marca de propiedad de Gucci Group, anunció Sarah Burton como directora creativa. Sarah ha asesorado por 14 años Lee McQueen, y declaró la voluntad de permanecer fiel al legado del diseñador.
Ungaro. La casa de moda francesa también recientemente has nombrado el diseñador británico Giles Deacon como el nuevo diseñador de la marca, a causa de una cadena de fracasos desde el retiro de Emanuel Ungaro en 2004. Diácono tiene un gran desafio : volver a despertar la atención sobre la marca, que has tenido como estilista de la actriz Lindsay Lohan, perdiendo así gran parte de la credibilidad entre las maisons tradicionales.

Hermès. Después de siete años al mando de la casa francesa, Jean Paul Gaultier es sucedido por Christophe Lemaire, que dibujó para Lacoste desde el 2000.

26 de maio de 2010

Moda Contemporânea
por Lívia Medeiros

Estamos iniciando uma nova década deste século, marcada por muitos questionamentos sobre o futuro, em meio a crises econômicas e avanços tecnológicos. Em momentos de reflexão, é comum uma revisão do passado, em busca de respostas, de identificar os motivos que culminaram na situação atual, uma vez que o futuro ainda se encontra distante e incerto. Assim, o museu parisiense Les Arts Decoratifs lançou a primeira exposição consagrada a historia da moda contemporânea. A pretensiosa mostra intitulada História Ideal da Moda Contemporânea foi dividida em duas etapas: a primeira, iniciada em Abril, compreende as décadas de 70 e 80 em cartaz até 10 de Outubro, em seguida, uma segunda fase esta prevista para 25 de Novembro, dedicada aos anos 90 e 2000.
Nesta primeira etapa, foram selecionadas 150 peças e 40 vídeos das décadas de 70 e 80. O início da exposição se da na década de 70 devido à fomentação do prêt-à-porter, que em detrimento da Alta Costura inaugurou a fase moderna da moda, quando surge o termo estilista, passando a designar o trabalho dos criadores desta nova indústria da época. O crescimento do setor resultou em uma pluralidade de estilos, marcando o início da liberdade na moda, onde não apenas as peças estavam mais acessíveis ao público, devido ao suporte do sistema de produção industrial, mas também ofereciam variedade de estilo. Os anos 80 marcaram o ápice da liberdade criativa, em looks carregados, algumas vezes de proporções extremas. Este período também foi marcado pela revolução estética proposta por japoneses como Rei Kawakubo para Comme des Garçons.
O Arts Decoratifs ainda propõe que o visitante simule o papel de crítico, e vá munido de caneta e papel presenciar a exposição e produza um artigo sobre a exibição. Os melhores textos serão publicados no site do museu.


Desfile Pret-a-porter de Thierry Mugler
Outono/Inverno 1984-85

Contemporary fashion
By Lívia Medeiros

We are starting a new decade of this century, marked by many questions about the future in the middle of an economic crises and technological advances. In moments of reflection, a review of the past is very common when searching for answers, in order to identify the reasons that led to the current situation, since the future is still distant and uncertain. Thus, Les Arts Decoratifs museum in Paris has launched the first exhibition devoted to the history of contemporary fashion. The flashy show entitled History of the Ideal Contemporary Fashion was divided into two stages: the first, started in April, includes the 70s and 80s on show until October 10, then a second phase is scheduled for November 25, dedicated to the years 1990 and 2000.
In this first step, we selected 150 pieces and 40 videos from the 70s and 80s. The start of the exhibition is in the 70s due to the fomentation of prêt-à-porter, that in detriment of the Haute Couture inaugurated the modern phase of fashion, being also when the term stylist appears, starting to designate the work of the designers to this new industry. The sector's growth has resulted a variety of styles, marking the beginning of freedom in fashion, where not only the pieces were more accessible to the public due to the influence of the industrial system production, but also offer a variety of style. The '80s marked the pinnacle of creative freedom in loaded looks, sometimes of extreme proportions. This period was also marked by aesthetic revolution proposed by the Japanese as Rei Kawakubo for Comme des Garcons.
The Arts Decoratifs also proposes that the visitor simulates the role of critic, that can go armed with a pen and a paper to witness the exhibition and produce an article of the show. The best texts will be published on the site of the museum.

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Moda comtemporênea
por Lívia Medeiros

Estamos empezando una nueva década de este siglo, marcado por muchas preguntas sobre el futuro en medio de crisis económicas y los avances tecnológicos. En los momentos de reflexión, hacemos una revisión conjunta del pasado en busca de respuestas, para identificar las razones que llevaron a la situación actual, ya que el futuro todavía está distante e incierto. Así, el museo Les Arts Décoratifs en París ha puesto en marcha la primera exposición dedicada a la historia de la moda contemporánea. El espectáculo pretencioso titulado Historia Ideal de la Moda Contemporánea se dividió en dos etapas: la primera, iniciada en abril, incluye los 70 y 80 en el programa y vá hasta el 10 de octubre, luego una segunda fase está programada para el 25 de noviembre, dedicado los años 1990 y 2000.
En esta primera fase, se seleccionaron 150 piezas y 40 videos de los 70 y 80. El inicio de la exposición es en los años 70 debido al fomento de prêt-à-porter, que en detrimento de la Alta Costura inauguró la fase moderna de la moda, cuando el término estilista aparece, pasando a designar la labor de los creadores en esta nueva industria. El crecimiento del sector ha dado como resultado una variedad de estilos, marcando el principio de la libertad en la moda, donde no sólo las piezas eran más accesibles para el gran público debido al apoyo del sistema de la producción industrial, sino que ofrecen también distintos estilos. El 80 marcó el pináculo de la libertad creativa en miradas cargadas, a veces de proporciones extremas. Este período se caracterizó también por la revolución estética propuesta por los japoneses como Rei Kawakubo para Comme des Garçons.
El Arts Décoratifs también propone que el visitante simule el papel de crítico, que van armados con lápiz y papel para presenciar la exposición y producir un artículo sobre la misma. Los mejores textos serán publicados en el website del museo.

20 de maio de 2010

Resort
por Lívia Medeiros

Fora do calendário oficial, constituído por desfiles de alta costura e prêt-à-porter, os desfiles de Resort, também conhecidos como Cruise, são apresentados durante o mês de Maio. Como o próprio nome já remete, estas coleções foram criadas pelas grandes marcas, como propostas casuais, para serem usadas nas férias, e englobam desde a beira-mar até a festa mais elegante à noite. O público deste segmento são mulheres, que aproveitam suas férias nos balneários mais badalados do mundo, grande parte deles concentrados na Europa, como o litoral mediterrâneo, também conhecido como Cotê d’Azur.
Diferente das coleções de prêt-à-poter, as propostas para as férias ousam mais nos coloridos, emprego de tecidos leves, modelagens facilitadas, que podemos perceber logo a primeira vista no geral das coleções. Sem um line-up definido, este formato de apresentação oportuniza a liberdade de escolha dos locais de desfile pelas marcas. Este mês, a Chanel aproveitou o festival de Cannes, e levou seus convidados à Saint Tropez, que fica a poucos minutos da cidade onde se encontrava um público potencial que acompanhava as premiações cinematográficas. Em seguida, foi a vez da Dior, que atravessou o globo armando sua passarela em Shangai. Segundo John Galiano, o estilista da marca, a escolha foi feita justamente com o propósito de contrastar o clima francês em pleno litoral chinês.



Dior



Chanel




Resort
by Lívia Medeiros

Outside the official calendar, consisting of haute couture and prêt-à-porter, the Resort fashion shows, also known as Cruise, are presented during the month of may. As its name refers, these collections were created by the big brands, such as casual proposals, to be used during holidays, and range from the seashore to the most elegant evening party. The audience for this segment are women, who enjoy their holidays in the most famous resorts in the world, mostly concentrated in Europe and the Mediterranean coastline, also known as Cote d'Azur.
Unlike the collections of prêt-à-poter, the proposals for the holidays dare more in color, use of lightweight fabrics, easier modeling, we can soon see the first view of the general collections. Without a line-up set, this presentation format is an opportunity to freedom of choice of places for the shows by the major brands. This month, Chanel took the Cannes festival, and took their guests to Saint Tropez, located just minutes from the city where a potential audience accompanied the film awards. Then it was the turn of Dior, who crossed the globe arming his catwalk in Shanghai. According to John Galiano, the designer of the brand, the choice was made precisely in order to contrast the the French atmosthere in the Chinese coast.

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Resort
por Lívia Medeiros

Fuera del calendario oficial, que consiste en la alta costura y prêt-à-porter, los desfiles de Resort, también conocido como de Cruise, se presentan durante el mes de mayo. Como su nombre se refiere, estas colecciones han sido creadas por las grandes marcas, como propuestas ocasionales, que se utilizará durante las vacaciones, y van desde la moda praya a la piezas más elegantes usadas por la noche. La audiencia para este segmento son mujeres, que disfrutan de sus vacaciones en los balnearios más famosos del mundo, la mayoría concentrados en Europa y la costa mediterránea, también conocida como Costa Azul.
A diferencia de las colecciones de prêt-à-Poter, las propuestas para las vacaciones atreve a más en el color, el uso de tejidos ligeros, de modelado más fácil, pronto podremos ver a la primera vista en la presentación de las colecciones en general. Sin un line-up predeterminado, este formato de presentación es una oportunidad para la libertad de elección de los lugares para los desfiles de las marcas. Este mes, Chanel tuvo el festival de Cannes, y tomó a sus invitados a Saint Tropez, ubicado a pocos minutos de la ciudad donde se encuentraba un público potencial que acompañó a los premios de cine. Luego fue el turno de Dior, que cruzó el mundo armando a su pasarela en Shanghai. De acuerdo con John Galiano, el diseñador de la marca, la elección se hizo precisamente con el fin de contrastar el pleno clima Francés en la costa China.


18 de maio de 2010

American Woman
por Lívia Medeiros

Anualmente, a exposição de moda do The Metropolitan Museum of Art, MET em Nova York, é celebrada em evento de gala, e conta com a presença de celebridades do mundo da moda. Não apenas devido à divulgação, mas a direção estética proposta por estas exposições do MET são identificadas posteriormente durante as semanas de moda.

Ao falarmos de exposições, é importante lembrar da relevância que elas possuem, principalmente quando organizadas por grandes museus. Sabemos que a estética é reflexo dos tempos em que vivemos, e que estas exposições são pensadas antecipadamente, direcionando o desenvolvimento que esta por vir. Os estilistas podem, ao visitar estes espaços, se inspirarem na mostra, ou, ela pode estar simplesmente de acordo com o que esta se pensando, pois ambos visualizam o futuro com base em prospecções de comportamento.

A exposição deste ano é bem patriota, e ressalta o estilo da mulher americana. Mas o que constitui este estilo da american woman? Citaremos a praticidade de referência esportiva. A moda americana tem por característica a simplicidade comercial, que a praticidade do estilo propagado não apenas rotula exposições, mas está presente no cotidiano dos cidadãos, lembrando daquele velho exemplo da secretária que vai de tênis até o trabalho para lá calçar seus scarpins.

Esta exposição organizada cronologicamente sobre as origens do estilo americano entre os anos 1890 a 1940, resgatando desde as Gibson Girls, o brilho das franjas da década de 20 que dançavam ao som do famoso Jazz americano, passando pelo glamour sedutor das divas de Hollywood como Greta Garbo e Marlene Dietrich. A exposição American Woman: Fashioning a National Identity, fica em cartaz de 05 de Maio a 15 de Agosto. Confira o vídeo da exposição, que a mostra na integra os looks cronologicamente em cada diferente sala ambientada de acordo com o período.



Em seguida, entre no site do museu e veja as imagens frente e costas das peças expostas e sem inspire também.





American Woman
by Lívia Medeiros

Every year the fashion show at The Metropolitan Museum of Art, MET, in New York, is celebrated in a gala event, and with the presence of celebrities from the fashion world. Not only due to publicity, but the aesthetic direction proposed by these displays of the MET are identified later during the fashion weeks.

Speaking of exhibitions, it is important to remember the relevance that they have, especially when organized in large museums. We know that aesthetics is a reflection of the times we live in, and that these exposures are thought in advance, directing the development that is coming. Designers, when visiting these places, may be inspired by the show, or they may simply be in accordance with the trends. This is because both envision the future based on surveys of behavior.

This year's show is very patriotic, noting the style of the American women. But what is this style of the American woman? We will cite the convenience of sports reference. The American fashion is characterized by the commercial simplicity, the practicality of the style that is spread by brands not only in exhibitions, but is present in the daily lives of citizens, remembering that old-fashioned secretaries wearing tennis until their work and then using their scarpins inside the office.

This exhibition was organized chronologically, following the origins of the American style between the years 1890 to 1940, recovering since from the Gibson Girls until the brightness of the fringes of the 20s of those who danced the famous American jazz, through the seductive glamor of Hollywood divas like Greta Garbo and Marlene Dietrich. The exhibition American Woman: Fashioning a National Identity, is on open from May 5 to August 15th. Check out the video of the exhibition, it shows the looks chronologically in each different room and environment in accordance with the period.

Then, visit the website of the museum and see the pictures exposed (front and back)

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American Woman
por Lívia Medeiros

Cada año, el desfile de moda del Museo Metropolitano de Arte, MET, en Nueva York, se celebra en un evento de gala, y con la presencia de personalidades del mundo de la moda. No sólo debido a la publicidad, pero la dirección estética propuesta por estas muestras del MET se identifican más tarde durante la semana de la moda.

Al hablar de exposiciones de moda, es importante recordar la importancia que tienen, sobre todo cuando se organizan en grandes museos. Sabemos que la estética es un reflejo de los tiempos en que vivimos, y que estas exposiciones son pensadas de antemano, ensenñado las tendencias que estan por venir. Los diseñadores pueden, al visitar estos eventos, se inspirar o pueden simplemente estar de acuerdo con la forma de pensar. Esto se debe por una vez que tanto los diseñadores como los eventos de moda hacen referencia al futuro, baseados en estudios de comportamiento.

El show de este año es muy patriota, observando el estilo de las mujeres estadounidenses. Pero lo que es este estilo de mujer americana? Citaremos la comodidad referenciada en los deportes. La moda de Estados Unidos se caracteriza por la sencillez del comercio, la praticidad del estilo propagado por las marcas no sólo en exposiciones, sino que está presente en la vida cotidiana de los ciudadanos, recordando el viejo costumbre de las secretarias que van hasta su trabajo usando el tenis, y más allá cambian por su scarpins.

Esta exposición, organizada cronológicamente sobre los orígenes del estilo americano entre los años 1890 a 1940, recuperán desde de las Chicas Gibson hasta al brillo de las franjas de los años 20 de los que bailaban al famoso jazz americano, o través del glamour de las divas seductoras de Hollywood como Greta Garbo y Marlene Dietrich. La exposición American Woman: la configuración de una identidad nacional, está en exhibición del 5 al 15 de agosto. Mira el vídeo de la exposición, el espectáculo ensenã en su totalidad el aspecto cronológico en cada ambiente, distintos en conformidad con el período.


Luego, visite la página web del museo

6 de maio de 2010

Clássicos revisitados
por Lívia Medeiros

A Prada lançou recentemente uma pequena linha chamada Print Collection, que faz referência a um único look com silhueta dos anos 50.
Muiccia Prada espertamente elaborou a pequena coleção, de aspecto vintage, composta de apenas 3 peças que formam um look: um modelo de vestido, um de sapatilha e um de bolsa. Estas peças únicas se repetem, com exceção dos tecidos empregados, que revistam o acervo de estampa da marca, utilizados em coleções passadas.
Assim, Muiccia da uma aula de marketing e de moda, reforça o nome de sua marca resgatando elementos icônicos; e mostra o poder das estampas, utilizadas em modelos clássicos. Estas peças simplificadas, mas ainda assim icônicas, mais acessíveis, por ter modelagem em série e utilizar tecidos, sem deixar a desejar na aparência, tem alta probabilidade de sucesso de vendas.
O preço das peças ficam em torno de 490 a 550 euros por um vestido e 270 euros pela sapatilha. A coleção estará a venda a partir da metade de Maio nas lojas da marca.















Classics revisited
by Lívia Medeiros

Prada recently launched a small line called Print Collection, which refers to a single look with the 50s silhouette.
Muiccia Prada cleverly drafted the small collection of vintage appearance, composed of only three pieces that make the look: a model dressed in a shoe and a purse. These unique pieces are repeated, with the exception of the fabrics used, which are of the patterns used in past collections.
Therefby, Muiccia gives a lesson of marketing and fashion, reinforces the brand name by rescuing his iconic, and show the power of the patterns used in the classical models. These simplified pieces but still iconic are more accessible by having a series modeling and using classical fabrics that does not forget the appearance, and thats why it has a high probability of successful sales.
The price of the parts are around EUR 490,00 – 550,00 for a dress and EUR 270,00 for shoes. The collection will be on sale from mid-May in the shops of the brand.


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Recordando a los clásicos
por Lívia Medeiros

Prada recientemente lanzó una línea pequeña llamada Print Collection, que se refiere a una mirada única con la silueta de los años 50.
Muiccia Prada hábilmente ha redactado una pequeña colección de aspecto vintage, compuesta de sólo tres piezas que hacen un visual: un modelo de vestido con un zapato y un bolso. Estas piezas únicas se repiten, excepto por los tejidos empleados, que son de la colección de grabados de la marca, utilizados en colecciones anteriores.
Así, Muiccia da una clase de marketing y moda, refuerza la marca por rescatar a su pieza icónica, y mostra el poder de los grabados que se utilizan en los modelos clásicos. Estas piezas, que se han simplificado pero son todavía icónicas, estan más accesible por el modelado en series y por utilizar los tejidos clasicos de la marca, aunque sin olvidar del aspecto, tienen una alta probabilidad de éxito de ventas.
El precio de las piezas son alrededor deEUR 490,00 – 550,00 por un vestido y EUR 270,00 por los zapatos. La colección estará a la venta desde mediados de mayo en las tiendas de la marca.


3 de maio de 2010

Moda de peso
por Lívia Medeiros

Nos Estados Unidos há muito tempo já se fala em tamanhos maiores, onde o percentual plus size da população é atendido com produtos especiais. Tardiamente, o reflexo dos maus hábitos incentivados pela vida contemporânea reflete em paises europeus e ainda timidamente no hemisfério sul.
Esta mudança já é perceptível nas imagens das revistas internacionais de moda, iniciando em Fevereiro de 2009, com o lançamento da revista Love, com a cantora Beth Ditto nua e repleta de curvas na capa. Beth, que adora moda e sofre as consequências do excesso de peso, lançou uma linha de roupas maiores para a Evans ano passado, e tem planos para breve lançamento de uma linha própria.
A atenção dedicada aos tamanhos especiais já reflete nos editoriais de revistas como a Elle France de Março intitulado Spécial Rondes, e a primeira edição da V Magazine, chamado Curves Ahead.
O fenômeno é perceptível ainda nos blogs de moda, como o da francesa Stéphanie www.leblogdebigbeauty.com, onde prova que se pode seguir a moda mesmo em tamanhos grandes. No Brasil o exemplo do blog http://manualpraticodagordinha.blogspot.com/ da gaúcha Litha Bacchi, que compartilha com suas leitoras de peso as dicas de moda que descobre e aprova.



Beth Dito - Love Magazine]



Elle France - Março



Stéphanie - Le Blog de Big Beauty



V Magazine



Fashion weight
by Lívia Medeiros

In the United States has long since we talk about larger sizes, where the percentage of plus size population is treated with special products. Belatedly, the reflection of bad habits encouraged by contemporary life reflected in European countries and timidly in the southern hemisphere.
This change is already visible in the images of international fashion magazines, starting in February 2009 with the launch of the magazine Love, with singer Beth Ditto naked and full of curves on the cover. Beth, who loves fashion and suffers the consequences of overweight, has launched a clothing line for the largest for Evans last year and has plans to soon launch its own line.
The attention devoted to special sizes already reflected in editorials in magazines like Elle France March titled Spécial Rondes, and the first edition of V Magazine named Curves Ahead.
The phenomenon is also noticeable in fashion blogs, like the French Stéphanie www.leblogdebigbeauty.com, which proves that you can follow the same fashion in large sizes. In Brazil, we can find the example of the gaucha Litha Bacchi blog http://manualpraticodagordinha.blogspot.com/, who shares with her readers weighing the fashion tips that discovers and approves.


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Moda de peso
por Lívia Medeiros

En los Estados Unidos hace tiempo que hablamos acerca de los tamaños más grandes, donde el porcentaje de la población con tamaño grandes son tratadas con productos especiales. Tardíamente, el reflejo de los malos hábitos alentado por la vida contemporánea se refleja en los países europeos y tímidamente en el hemisferio sur.
Este cambio ya es visible en las imágenes de revistas de moda internacionales, a partir de febrero de 2009 con el lanzamiento de la revista Love, con la cantante Beth Ditto desnuda y llena de curvas en la portada. Beth, que le encanta la moda y sufre las consecuencias del exceso de peso, ha puesto en marcha una línea de ropa para más grande para Evans en el año pasado y tiene planes para lanzar en breve su propia línea.
La atención dedicada a las medidas especiales ya se refleja en los editoriales de revistas como Elle Francia de marzo titulado Rondas Especial, y la primera edición de V Magazine nombró a las curvas por recorrer.
El fenómeno también se nota en los blogs de moda, como de la francesa Stéphanie www.leblogdebigbeauty.com, lo que demuestra que puede
seguir la misma manera en tamaños grandes. En el ejemplo de Brasil el blog de la gaucha Litha Bacchi http://manualpraticodagordinha.blogspot.com, que comparte con sus lectores de sopesar los consejos de moda que descubre y lo aprueba.

27 de abril de 2010

Grace Kelly: Style Icon
por Lívia Medeiros

Atriz, princesa de Mônaco e ícone de estilo da década de 50, o guarda-roupas de Grace Kelly (1929-1982) é exposto no Victoria and Albert Museum em Londres.

Grace Kelly exerceu a carreira de atriz de 1951 a 1956, atuando em 11 filmes, inclusive com o diretor britânico Alfred Kitchcock. Em 1955 foi premiada com o Oscar de melhor atriz pelo filme The Country Girl. No cinema, Grace opinava na construção de figurinos, mostrando que seu senso de elegância se mantinha inclusive fora das telas. Seu estilo refletia o casual Americano, com vestidos acinturados, blusas e calças.

Em uma viagem de trabalho ao sul da França em 1955, conheceu o príncipe Rainier III de Mônaco, com quem se casou. Este acontecimento chamou atenção da mídia, que relatava os movimentos de Grace aos leitores e admiradores. Após o casamento, parou de atuar, exercendo apenas o papel de princesa.

Assim, houve uma mudança no estilo de Grace, que como membro da realeza, passou a vestir roupas de alta costura de maisons francesas principalmente Christian Dior.

Grace Kelly faleceu em 1982 em um acidente de carro. Grace permaneceu como ícone de sua época, e seu estilo inspira até hoje artistas e estilistas, sendo tema da exposição no V&A que vai de 17 de Abril a 26 de Setembro de 2010. A mostra traça a evolução cronológica de seu estilo. Entre as mais de 50 peças vão desde o vestido usado na cerimônia do Oscar ao vestido de casamento e modelos de alta costura de seus estilistas favoritos, Dior, Balenciaga, Givenchy e Yves Saint Laurent.








Grace Kelly: Style Icon
by Lívia Medeiros


The actress, Princess of Monaco and style icon of the 50s, the wardrobe of Grace Kelly (1929-1982) is exposed at the Victoria and Albert Museum in London.

Grace Kelly pursued a career in acting from 1951 to 1956, acting in 11 films, including British director Alfred Kitchcock. In 1955 she was awarded the Oscar for best actress for the film The Country Girl. In the film, Grace opined in the construction of costumes, showing that her sense of elegance remained even off screen. Her style reflected the casual American bandaging with dresses, blouses and pants.

On a business trip to southern France in 1955, she met Prince Rainier III of Monaco, whom she married. The event drew the media attention, who reported the movements of Grace readers and admirers. After marriage, she stopped acting, just acting the role of princess.

Thus, there was a change in the style of Grace, who as a member of royalty has to wear clothes of French haute couture fashion houses, mainly Christian Dior.

Lelly Grace died in 1982 in a car accident. Grace stood as an icon of her era, and her style is inspired by artists and designers today, and theme of the exhibition at the V & A which runs from April 17 to September 26, 2010. The exhibition traces the chronological evolution of her style. Among more than 50 pieces, ranging from the dress worn at the Oscars to the wedding dress and haute couture models of her favorite designers, Dior, Balenciaga, Givenchy and Yves Saint Laurent.


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Grace Kelly: Icono de Estilo
por Lívia Medeiros

Actriz, princesa de Mónaco y el icono del estilo de los años 50. El vestuario de Grace Kelly (1929-1982) se expone en el Victoria and Albert Museum de Londres.

Grace Kelly siguió una carrera en la actuación desde 1951 hasta 1956, actuando en 11 películas, entre ellas del director británico Alfred Kitchcock. En 1955 fue galardonada con el Oscar de mejor actriz por la película The Country Girl. En la película, Grace opinó en la construcción de vestuarios, demostrando que su sentido de la elegancia se mantuvo incluso fuera de la pantalla. Su estilo refleja el vendaje casual americano con vestidos, blusas y pantalones.

En un viaje de negocios al sur de Francia en 1955, se reunió con el príncipe Rainiero III de Mónaco, con quien se casó. El evento llamó la atención sobre los medios de comunicación, que informaron de los movimientos de los lectores y admiradores de Grace. Después del matrimonio, ella dejó de actuar, sólo actuava el papel de princesa.

Así, se produjo un cambio en el estilo de Grace, quien como miembro de la realeza tiene que usar ropa de alta costura francesa, de casas de moda como Christian Dior, principalmente.

Lelly Grace murió en 1982 en un accidente de coche. Grace se presentó como un icono de su época, y su estilo está inspirado por artistas y diseñadores de hoy, y el tema de la exposición en el V & A, que va desde 17 abril hasta 26 de septiembre de 2010. La exposición describe la evolución cronológica de su estilo. Entre los más de 50 piezas, van desde el vestido usado en los Oscar al vestido de novia al modelos de alta costura de sus diseñadores favoritos, Dior, Balenciaga, Givenchy, Yves Saint Laurent.